O comunicado que sai da reunião informal dos ministros da Administração Interna da União Europeia sobre a situação em Ceuta não faz qualquer crítica às leis espanholas que governam a imigração no país, ao contrário do que tinha acontecido num outro comunicado em que 22 países faziam uma ligação direta entre a legalização de milhares de pessoas em Espanha e a entrada destas 70 mil pessoas